
Livro expõe um estudo detalhado sobre trabalhos da imprensa brasileira voltados para o público homossexual.
Autor: Jorge Cae Rodrigues
Editora: EDUFF
"Impressões de identidade é o resultado de uma investigação vigorosa acerca da formação da imprensa gay no Brasil, entre os anos de 1978 e 1995, em que se levam em consideração, não apenas em paralelo, mas como parte constituinte do processo, os movimentos sociais, políticos, culturais e históricos que envolveram os periódicos em questão e a própria formação da identidade gay contemporânea no Brasil. A pesquisa abrange todo o material presente nos periódicos analisados, isto é, desde o conteúdo dos artigos, seções e colunas diversas até o projeto gráfico, conformando uma análise precisa entre o conteúdo e as opções gráficas e estéticas de cada jornal ou revista, o que revela, num quadro maior, as estratégias necessárias de apelo ao leitor.
Partindo do jornal O lampião da esquina, 1978-1981, e chegando à publicação da revista Sui Generis, 1995-2000, Caê traça o mapa da memória mais recente do que se denomina, genericamente, comunidade gay brasileira. Mapa que serve tanto ao pesquisador, em busca de informações e análises mais precisas para além da mera descrição, quanto ao leitor, menos comprometido com as atividades acadêmicas. É como mapa da memória e carta de navegação da história recente que a pesquisa de Caê ganha seu maior relevo – posto que a identidade gay, no fim da década de 1970, é completamente diversa daquela que se encontra 10, 20 ou 30 anos depois, seja nas páginas dos jornais e revistas brasileiros, identificados com o público gay, seja nas ruas, como indivíduos, seja nas formas de representações artísticas ou da própria indústria cultural. "(Mário César Lugarinho, Universidade de São Paulo)
Partindo do jornal O lampião da esquina, 1978-1981, e chegando à publicação da revista Sui Generis, 1995-2000, Caê traça o mapa da memória mais recente do que se denomina, genericamente, comunidade gay brasileira. Mapa que serve tanto ao pesquisador, em busca de informações e análises mais precisas para além da mera descrição, quanto ao leitor, menos comprometido com as atividades acadêmicas. É como mapa da memória e carta de navegação da história recente que a pesquisa de Caê ganha seu maior relevo – posto que a identidade gay, no fim da década de 1970, é completamente diversa daquela que se encontra 10, 20 ou 30 anos depois, seja nas páginas dos jornais e revistas brasileiros, identificados com o público gay, seja nas ruas, como indivíduos, seja nas formas de representações artísticas ou da própria indústria cultural. "(Mário César Lugarinho, Universidade de São Paulo)
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